{"id":190,"date":"2024-11-07T07:18:32","date_gmt":"2024-11-07T10:18:32","guid":{"rendered":"https:\/\/isimm.com.br\/?p=190"},"modified":"2024-11-07T13:47:02","modified_gmt":"2024-11-07T16:47:02","slug":"inavolisib-e-o-avanco-no-tratamento-do-cancer-de-mama-avancado-eficacia-e-seguranca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/isimm.com.br\/?p=190","title":{"rendered":"INAVOLISIB E O AVAN\u00c7O NO TRATAMENTO DO C\u00c2NCER DE MAMA AVAN\u00c7ADO: EFIC\u00c1CIA E SEGURAN\u00c7A"},"content":{"rendered":"\n<p>O estudo recente do ensaio cl\u00ednico de fase 3 &#8220;INAVO120&#8221; trouxe novos horizontes para o tratamento do c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado localmente ou metast\u00e1tico com muta\u00e7\u00e3o PIK3CA, receptor hormonal positivo (RH+) e HER2-negativo, condi\u00e7\u00e3o geralmente associada a uma resposta limitada \u00e0s terapias convencionais. O objetivo principal deste estudo foi investigar os benef\u00edcios da combina\u00e7\u00e3o de inavolisib com palbociclib e fulvestrant em compara\u00e7\u00e3o com a combina\u00e7\u00e3o tradicional sem inavolisib. A seguir, vamos explorar os pontos-chave deste estudo que apresentou uma abordagem promissora para pacientes com c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>O <strong>PIK3CA<\/strong> \u00e9 um gene que codifica uma parte da enzima <strong>fosfatidilinositol 3-quinase<\/strong> (PI3K), especificamente a subunidade catal\u00edtica alfa (p110\u03b1). A PI3K desempenha um papel crucial em diversas fun\u00e7\u00f5es celulares, incluindo o crescimento, a sobreviv\u00eancia e a prolifera\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas.<strong>Fun\u00e7\u00e3o e Papel no C\u00e2ncer<\/strong>O gene PIK3CA, quando mutado, pode levar a uma ativa\u00e7\u00e3o anormal da via PI3K, desencadeando um sinal cont\u00ednuo de crescimento celular e inibindo a morte programada das c\u00e9lulas (apoptose). Isso resulta em um ambiente prop\u00edcio para o desenvolvimento e a progress\u00e3o do c\u00e2ncer, especialmente em c\u00e9lulas de c\u00e2ncer de mama com receptor hormonal positivo (RH+) e HER2-negativo.<strong>Relev\u00e2ncia no Tratamento do C\u00e2ncer de Mama<\/strong>Muta\u00e7\u00e3o no PIK3CA \u00e9 comum em c\u00e2nceres de mama e est\u00e1 associada \u00e0 resist\u00eancia a terapias convencionais, como a terapia end\u00f3crina. Por isso, a inibi\u00e7\u00e3o seletiva da PI3K, como feito pelo medicamento inavolisib no estudo INAVO120, pode ajudar a controlar o crescimento tumoral e melhorar as chances de sucesso do tratamento.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Contexto e Objetivo do Estudo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Pacientes com c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado RH+ e HER2-negativo, especialmente aqueles com muta\u00e7\u00e3o no gene PIK3CA, enfrentam um progn\u00f3stico desafiador. Essas muta\u00e7\u00f5es s\u00e3o frequentes e dificultam o sucesso da terapia end\u00f3crina, uma linha de tratamento comum. Assim, o ensaio INAVO120 foi realizado para avaliar se o inavolisib, um potente inibidor do subunidade alfa do PI3K (PI3K\u03b1), poderia melhorar a resposta ao tratamento e prolongar o tempo at\u00e9 a progress\u00e3o da doen\u00e7a (sobrevida livre de progress\u00e3o &#8211; SLP).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Estrutura e M\u00e9todos do Estudo<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O estudo foi estruturado como um ensaio duplo-cego, onde 325 pacientes com c\u00e2ncer de mama localmente avan\u00e7ado ou metast\u00e1tico foram distribu\u00eddos aleatoriamente em dois grupos:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Grupo Inavolisib:<\/strong> Recebeu inavolisib combinado com palbociclib e fulvestrant.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grupo Placebo:<\/strong> Recebeu placebo em vez de inavolisib, combinado com os mesmos f\u00e1rmacos (palbociclib e fulvestrant).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Os crit\u00e9rios para inclus\u00e3o dos pacientes inclu\u00edam a presen\u00e7a de muta\u00e7\u00e3o PIK3CA e resist\u00eancia \u00e0 terapia end\u00f3crina, caracterizada pela recidiva do c\u00e2ncer durante ou ap\u00f3s at\u00e9 12 meses do tratamento end\u00f3crino adjuvante. Os participantes foram monitorados quanto \u00e0 SLP, taxa de resposta e efeitos adversos associados ao tratamento.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Resultados e Descobertas Relevantes<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Sobrevida Livre de Progress\u00e3o (SLP):<\/strong> O tempo mediano de SLP no grupo inavolisib foi de 15,0 meses, em compara\u00e7\u00e3o com apenas 7,3 meses no grupo placebo. Isso representa uma redu\u00e7\u00e3o de 57% no risco de progress\u00e3o da doen\u00e7a ou morte para os pacientes no grupo inavolisib.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Taxa de Resposta e Dura\u00e7\u00e3o da Resposta:<\/strong> A taxa de resposta objetiva, ou seja, o percentual de pacientes com redu\u00e7\u00e3o significativa no tamanho do tumor, foi de 58,4% no grupo inavolisib, enquanto no grupo placebo foi de 25%. A dura\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de resposta tamb\u00e9m foi superior no grupo inavolisib (18,4 meses versus 9,6 meses no grupo placebo).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Perfil de Seguran\u00e7a:<\/strong> O estudo revelou que, apesar da efic\u00e1cia do inavolisib, houve um aumento nos efeitos adversos relacionados ao tratamento. Entre os principais eventos adversos no grupo inavolisib, destacaram-se:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Neutropenia (redu\u00e7\u00e3o de gl\u00f3bulos brancos):<\/strong> 80,2% dos pacientes.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hiperglicemia:<\/strong> 5,6%.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Estomatite (inflama\u00e7\u00e3o da boca):<\/strong> 5,6%.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Diarreia:<\/strong> 3,7%.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>A maioria desses eventos adversos foi controlada com cuidados de suporte e ajustes nas doses, e apenas uma pequena porcentagem de pacientes (6,8%) precisou descontinuar o tratamento devido a efeitos colaterais.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conclus\u00e3o e Import\u00e2ncia do Inavolisib<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O ensaio INAVO120 mostrou que o inavolisib, quando combinado com palbociclib e fulvestrant, oferece uma op\u00e7\u00e3o de tratamento valiosa para pacientes com c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado com muta\u00e7\u00e3o PIK3CA, RH+ e HER2-negativo, especialmente aqueles que n\u00e3o respondem mais \u00e0 terapia end\u00f3crina tradicional. A combina\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas f\u00e1rmacos permite o bloqueio simult\u00e2neo de tr\u00eas vias cr\u00edticas para o crescimento e a resist\u00eancia das c\u00e9lulas tumorais: PI3K, receptor de estrog\u00eanio e CDK4\/6.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa abordagem aumentou significativamente a sobrevida livre de progress\u00e3o e a taxa de resposta dos pacientes, mostrando-se eficaz na conten\u00e7\u00e3o do avan\u00e7o da doen\u00e7a, apesar do aumento nos efeitos adversos. Os resultados sugerem que o uso de inavolisib pode vir a ser uma alternativa segura e eficaz como terapia de primeira linha para pacientes espec\u00edficos com c\u00e2ncer de mama, ampliando suas chances de tratamento e controle da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Considera\u00e7\u00f5es Finais<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O inavolisib traz uma nova esperan\u00e7a para o manejo do c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado, onde o bloqueio coordenado de m\u00faltiplas vias oferece uma defesa eficaz contra a progress\u00e3o da doen\u00e7a. Este avan\u00e7o ressalta a import\u00e2ncia da personaliza\u00e7\u00e3o do tratamento, onde a an\u00e1lise gen\u00e9tica (como a detec\u00e7\u00e3o da muta\u00e7\u00e3o PIK3CA) possibilita direcionar terapias mais assertivas e com melhores perspectivas de sucesso.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXejq5OGEx4Y26XnXijDg2lpHhDMYoD5fPbOm-l_ecHM0r-cb0vkCJr85BjZ2_1yJZE-msPS3Fl1p4ronlNEaXmh0HPVJyLTpJhimlPK3Fuv0H0PFqRgQZdNQdqxKgksmIFxkdzbXlisK1Gb_dSZ0DW6guw?key=k6nx06M2_z3Vep9w7IZqAK0t\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXdv5H7BdDFqQhri_4JshNDUYdrj0h4Q97J2UO4yMLi6cmlePhXwBnSnvfDsQeL3Iwp5MDAGAJqV5-xRSf7JceGL_TV_8jjgKIPiwb1xpjRkTWB1HPmr-q_qxvYk_YczGrydanC_C0tWxaaBvn_VOcsMP2XT?key=k6nx06M2_z3Vep9w7IZqAK0t\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>CINCO QUEST\u00d5ES OBJETIVAS BASEADAS NO ARTIGO SOBRE O ESTUDO INAVO120:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>1. Qual foi o principal objetivo do estudo INAVO120?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A) Avaliar a efic\u00e1cia do inavolisib em combina\u00e7\u00e3o com palbociclib e fulvestrant no tratamento de c\u00e2ncer de mama HER2-positivo.<\/li>\n\n\n\n<li>B) Avaliar a efic\u00e1cia do inavolisib em combina\u00e7\u00e3o com palbociclib e fulvestrant em pacientes com c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado RH+ e HER2-negativo com muta\u00e7\u00e3o PIK3CA.<\/li>\n\n\n\n<li>C) Comparar o inavolisib com outros inibidores de PI3K no tratamento de c\u00e2ncer de mama metast\u00e1tico.<\/li>\n\n\n\n<li>D) Avaliar os efeitos adversos do inavolisib isoladamente.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Resposta Correta: B<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Explica\u00e7\u00e3o:<\/strong> O estudo buscou avaliar a efic\u00e1cia da combina\u00e7\u00e3o de inavolisib, palbociclib e fulvestrant em pacientes com c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado RH+ e HER2-negativo com muta\u00e7\u00e3o PIK3CA, visando melhorar o controle da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>2. Qual foi a sobrevida livre de progress\u00e3o (SLP) mediana no grupo que recebeu inavolisib?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A) 5,6 meses<\/li>\n\n\n\n<li>B) 7,3 meses<\/li>\n\n\n\n<li>C) 15,0 meses<\/li>\n\n\n\n<li>D) 18,4 meses<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Resposta Correta: C<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Explica\u00e7\u00e3o:<\/strong> O tempo mediano de sobrevida livre de progress\u00e3o para o grupo que recebeu inavolisib foi de 15,0 meses, comparado a 7,3 meses no grupo placebo, indicando uma significativa melhora com o uso da combina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>3. Qual foi um dos efeitos adversos mais comuns associados ao uso de inavolisib no estudo?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A) Insufici\u00eancia card\u00edaca<\/li>\n\n\n\n<li>B) Neutropenia<\/li>\n\n\n\n<li>C) Anemia grave<\/li>\n\n\n\n<li>D) Hipotens\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Resposta Correta: B<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Explica\u00e7\u00e3o:<\/strong> A neutropenia foi um dos efeitos adversos mais comuns, ocorrendo em 80,2% dos pacientes que receberam inavolisib, refletindo uma alta taxa de eventos adversos relacionada \u00e0 combina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. Qual foi a taxa de resposta objetiva no grupo tratado com inavolisib?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A) 25,0%<\/li>\n\n\n\n<li>B) 33,4%<\/li>\n\n\n\n<li>C) 58,4%<\/li>\n\n\n\n<li>D) 75,0%<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Resposta Correta: C<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Explica\u00e7\u00e3o:<\/strong> No grupo que recebeu inavolisib, a taxa de resposta objetiva foi de 58,4%, o que demonstra uma resposta significativamente maior ao tratamento em compara\u00e7\u00e3o ao grupo placebo (25,0%).<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>5. Por que o estudo INAVO120 \u00e9 considerado um avan\u00e7o no tratamento de c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado com muta\u00e7\u00e3o PIK3CA?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A) Porque apresentou uma nova terapia com inavolisib isolado, sem efeitos adversos.<\/li>\n\n\n\n<li>B) Porque possibilitou o uso de uma combina\u00e7\u00e3o de medicamentos que bloqueiam tr\u00eas vias de crescimento do tumor com resultados positivos em SLP.<\/li>\n\n\n\n<li>C) Porque avaliou o inavolisib como uma alternativa de segunda linha ap\u00f3s outras terapias falharem.<\/li>\n\n\n\n<li>D) Porque o inavolisib demonstrou ser mais eficaz em pacientes com HER2-positivo e RH-negativo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Resposta Correta: B<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Explica\u00e7\u00e3o:<\/strong> O estudo destaca-se por sua abordagem de combinar inavolisib com palbociclib e fulvestrant para bloquear as vias PI3K, CDK4\/6 e receptor de estrog\u00eanio, o que mostrou melhorar a SLP e a resposta tumoral em pacientes com muta\u00e7\u00e3o PIK3CA, RH+ e HER2-negativo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>PALAVRAS CHAVE<\/strong>PIK3CA, C\u00e2ncer de Mama Avan\u00e7ado, Muta\u00e7\u00e3o PIK3CA, Inavolisib, Palbociclib, Fulvestrant, Sobrevida Livre de Progress\u00e3o (SLP), Resist\u00eancia \u00e0 Terapia End\u00f3crina, Inibidor de PI3K, Efeitos Adversos, Horm\u00f4nio Receptor Positivo (RH+), HER2-Negativo, Neutropenia, Hiperglicemia, Terapia Combinada, Bloqueio de Vias de Crescimento, Resposta Objetiva, Tratamento Personalizado, Fase 3, Ensaio Cl\u00ednico<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estudo recente do ensaio cl\u00ednico de fase 3 &#8220;INAVO120&#8221; trouxe novos horizontes para o tratamento do c\u00e2ncer de mama avan\u00e7ado localmente ou metast\u00e1tico com muta\u00e7\u00e3o PIK3CA, receptor hormonal positivo (RH+) e HER2-negativo, condi\u00e7\u00e3o geralmente associada a uma resposta limitada \u00e0s terapias convencionais. 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